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DÓRIS DAY, ATRIZ DOS ANOS 50 E 60, MORRE AOS 97 ANOS


COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Uma das musas do cinema dos anos 1950, Dóris Day, foi um dos símbolos da beleza feminina estadunidense e do charme padrão da mulher adulta da época. Associada a uma imagem comportada, Dóris era também conhecida pela imagem mais conservadora, embora tenha sido mãe do produtor de discos de rock Terry Melcher (1942-2004), conhecido por colaborar com as bandas The Byrds e The Beach Boys.

Ultimamente Dóris estava aposentada da carreira de atriz e estava envolvida numa fundação de proteção dos animais.

Doris Day, atriz dos anos 50 e 60, morre aos 97 anos

Do Portal G1

Doris Day, atriz e cantora americana, morreu aos 97 anos. Segundo a fundação que leva o nome da artista, ela morreu na manhã desta segunda-feira (13) em sua casa em Carmel Valley, no estado americano da Califórnia. Ela estava cercada por amigos e família.

Doris Mary Ann Kappelhoff nasceu em 1922 na cidade americana de Cincinnati, filha de um professor de música e uma dona de casa. Ela atuou em filmes famosos nos anos 50 e 60, como "Ama-me ou esquece-me" (1955), "Volta meu amor" (1961) e "Confidências à Meia-noite" (1959), pelo qual foi indicada ao Oscar.

Em 1989, ganhou o prêmio especial do Globo de Ouro, chamado Cecil B. DeMille, pela sua carreira. Também venceu três vezes o Globo de Ouro, na categoria atriz favorita do cinema mundial.

Em 2004, foi condecorada pelo então presidente americano George W. Bush com a Medalha Presidencial da Liberdade, a honraria civil mais importante dos EUA.

Com sorriso, simpatia e cabelos loiros, a atriz foi estrela de sucessos de bilheteria. Começou em uma rádio de sua cidade, ganhou espaço em uma boate local e se mudou para Nova York. Em 1945, lançou seu primeiro hit, "Sentimental Journey". Depois, vieram sucessos como "Everybody Loves a Lover" e "Secret Love".

Gravou também para trilhas como a de "O Homem que Sabia Demais" (1956), filme dirigido por Alfred Hitchcock. A música era "Whatever Will Be, Will Be (Que Será, Será)".

Marilyn Monroe 'inocente'

Doris Day era considera pelos críticos de cinema da época como uma versão alternativa (e um pouco mais "inocente") de Marilyn Monroe. Uma piada atribuída ao humorista Groucho Marx dizia que ele "conhecia a atriz antes de ela ter se tornado virgem".

Em 1976, lançou uma biografia chamada "Doris Day: Sua própria história". No livro, contou com detalhes os problemas de dinheiro que teve, após três fins de casamento. Ela contou ter perdido cerca de US$ 20 milhões de sua fortuna. Em 1974, ganhou US$ 22,8 milhões em um processo contra seu ex-empresário e advogado.

“Eu tenho a infeliz reputação de ser a Virgem da América e tudo mais, então eu acho que vou chocar alguns ao dizer que acredito mesmo que duas pessoas não deveriam se casar antes de viverem juntas”, escreveu. Ela se casou pela quarta vez em 1976, com um empresário chamado Barry Comden.

Após os 24 episódios do programa de TV "The Doris Day Show", entre 1966 e 1973, ela diminuiu o ritmo da carreira como atriz e cantora. Passou a se dedicar à proteção dos animais, com a criação de uma fundação.

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