Pular para o conteúdo principal

ATRIZ DEBBIE REYNOLDS MORRE UM DIA DEPOIS DA FILHA, CARRIE FISHER


COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: 2016 foi um ano difícil, com muitas tragédias. E a tragédia de Carrie Fisher, morta relativamente jovem aos 60 anos e com duas gravações feitas para a dublagem de Uma Família da Pesada (The Family Guy), foi demais para a mãe, a atriz Debbie Reynolds, que, de tão abalada emocionalmente, sofreu um acidente vascular cerebral que a matou um dia após perder a filha.

Duas atrizes bem diferentes em trajetória, mas que eram mãe e filha, se igualaram também pela intensa e fiel legião de admiradores, que as continuará mantendo vivas na memória e no legado. Quanto a Debbie Reynolds, ela havia sido um ídolo juvenil em seu tempo, e uma curiosidade é que um dos mais recentes papéis de sua carreira foi sua participação na produção do Disney Channel, Halloweentown, no qual faz o papel de uma avó, Aggie Cronwell, que conta estórias de Halloween para seus netos.

Atriz Debbie Reynolds morre um dia depois da filha, Carrie Fisher

Do UOL, em São Paulo, com informações da Agência EFE

Morreu nesta quarta-feira (28), aos 84 anos, Debbie Reynolds, atriz do musical "Cantando na Chuva" (1952) e mãe da atriz Carrie Fisher, a princesa Leia dos filmes "Star Wars", morta um dia antes, aos 60. Debbie Reynolds havia sido internada com suspeita de ter sofrido um acidente vascular cerebral.

Segundo a BBC, o filho de Debbie, Todd Fisher, disse que a morte da filha foi uma dor muito insuportável para a mãe que, nas suas últimas palavras, teria dito que queria estar no lugar de Carrie. 

Uma das grandes estrelas de Hollywood de meados do século 20, Debbie Reynolds foi casada com o cantor Eddie Fisher, com quem teve os filhos Carrie e Todd.

Além de  "Cantando na Chuva", com Gene Kelly,  estrelou filmes como "Armadilha Amorosa", ao lado de Frank Sinatra, e em "A Inconquistável Molly", que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz em 1964.

A atriz Debra Messing, que viveu no seriado "Will and Grace" a filha de Debbie, disse que a atriz foi uma "inspiração". "Uma lenda, a imagem do otimismo americano, dançando lado a lado com Gene Kelly, uma mulher guerreira que nunca parou de trabalhar", disse em nota.

Para o ator William Shatner, o Capitão Kirk de "Jornada nas Estrelas", Debbie foi uma das últimas atrizes da realeza de Hollywood.

Trajetória

Nascida Mary Frances Reynolds, no dia 1º de abril de 1932 em El Paso, nos Estados Unidos, a posteriormente artista conhecida como Debbie Reynolds chamou a atenção dos "caça talentos", quando adolescente venceu um concurso de beleza na cidade de Burbank, na Califórnia.

Loira, de olhos azuis e rosto doce e muito expressivo, Debbie Reynolds estreou no cinema pelas mãos do estúdio Warner Bros, com o filme "Vocação Proibida" (1950), embora foi sua futura associação com a Metro-Goldwyn-Mayer (MGM) a que fez chegar ao estrelato de Hollywood.

Neste mesmo ano participou do musical "Três Palavrinhas", protagonizado por Fred Astaire, mas sua sorte mudaria completamente quando, dois anos depois, Stanley Donen e Gene Kelly a escolheram como atriz principal de um dos musicais mais famosos da história, "Cantando na Chuva".

Ao lado do próprio Kelly e Donald O'Connor, Debbie Reynolds compôs o trio protagonista de um filme sobre o início do cinema sonoro e cujos deslumbrantes números de dança, como "Singin' in the Rain", "Make 'Em Laugh" e "Good Morning", passariam imediatamente a fazer parte do cânone do gênero.

Debbie Reynolds aproveitou o vento favorável naqueles anos e deixou sua marca em outros filmes como "Armadilha Amorosa" (1955), ao lado de Frank Sinatra; "A Festa de Casamento" (1956); o western "A Conquista do Oeste" (1962); e "A Inconquistável Molly" (1964), pelo qual foi indicada para o Oscar de melhor atriz.

Nos anos seguintes, ela trabalhou em musicais da Broadway como "Irene" (1973), onde estreou sua filha Carrie Fisher, e em Las Vegas, onde chegou a possuir um cassino, em um negócio que não deu muito certo.

No entanto, nunca deixaria de ter um pé em Hollywood, como demonstram suas participações nos filmes "Mãe é Mãe" (1996), "Será Que Ele É?" (1997) ou "Minha Vida com Liberace" (2013), seu último papel.

Vida turbulenta

Fora seu talento no cinema, Debbie Reynolds também era conhecida por sua turbulenta vida particular. Em 1955 se casou com o cantor Eddie Fisher, pai de seus filhos Carrie e Todd, mas seu casamento chegou ao fim quando seu marido a traiu, em 1959, com Elizabeth Taylor, o que na época provocou uma enorme polêmica na imprensa.

Debbie Reynolds se casaria pela segunda vez em 1960 com o empresário da indústria de calçados Harry Karl, de quem se separou em 1973, após descobrir que tinha perdido toda sua fortuna no jogo e maus investimentos.

Seu terceiro e último marido foi Richard Hamlett, com quem foi casada de 1984 a 1996.

Por outro lado, a relação entre Debbie Reynolds e Carrie Fisher passou por muitos altos e baixos, em parte pelos problemas mentais e de dependências que tinha a atriz de "Star Wars", mas também pela movimentada vida de estrela de Debbie durante a infância de sua filha.

"Ser minha filha foi difícil para Carrie, pois na escola o professor a chamava Debbie. Mas acho que não era muito ruim, já que agora eu sou a mãe da princesa Leia em qualquer lugar que vá", disse Debbie Reynolds, em tom irônico, em 2011 em entrevista ao lado de sua filha no programa de Oprah Winfrey.

Carrie Fisher, que durante anos ficou sem falar com a sua mãe, explicou nesta mesma entrevista que sua relação foi "volátil" e que houve um tempo de sua juventude onde "queria sua própria vida" e "não ser a filha de Debbie Reynolds".

Com o tempo elas se reconciliaram e essa experiência teve seu reflexo artístico. Assim, o romance de Carrie Fisher "Lembranças de Hollywood", que depois virou um filme protagonizado por Meryl Streep e Shirley MacLaine, retratou em parte os altos e baixos da relação com sua mãe.

Da mesma forma, Debbie protagonizou o filme "As Damas de Hollywood", com roteiro de Carrie Fisher, e ambas foram o objeto de estudo do documentário "Bright Lights" (2016).

Vencedora do Prêmio Humanitário Jean Hersholt, da Academia de Hollywood, a artista também destacou ao longo de sua vida por seu trabalho como colecionadora de objetos relacionados com a sétima arte.

Ao longo dos anos, Debbie Reynolds leiloou alguns de seus objetos mais preciosos, como o famoso vestido onde Marilyn Monroe bajulou meio mundo em "O Pecado Mora ao Lado" (1955), assim como outro vestido usado por Judy Garland em "O Mágico de Oz" (1939).

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O ESTADO DA GUANABARA

AEROFOTO DO FOTÓGRAFO DA REVISTA MANCHETE, CARLOS BOTELHO, PUBLICADA TAMBÉM NA ENCICLOPÉDIA DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS DO IBGE. A FOTO DATA DE 1956, QUANDO A NOVA CAPITAL, BRASÍLIA, COMEÇOU A SER CONSTRUÍDA, TRANSFORMANDO DEPOIS O ANTIGO DISTRITO FEDERAL NA GUANABARA.

Do portal WikipediaA Guanabara foi um estado do Brasil de 1960 a 1975, no território do atual município do Rio de Janeiro. A palavra guanabara tem sua origem no tupi guarani guaná-pará, e significa "o seio-mar".

HISTÓRIA

Em 1834, a cidade do Rio de Janeiro foi transformada no Município Neutro da Corte, permanecendo como capital do Império do Brasil, enquanto que Niterói passou a ser a capital da província do Rio de Janeiro. Em 1889, a cidade transformou-se em capital da República, o município neutro em distrito federal e a província em estado. Com a mudança da capital para Brasília, em 21 de abril de 1960, a cidade do Rio de Janeiro tornou-se o estado da Guanabara, de acordo com as disposições transitórias da Cons…

ATRIZES MÁRCIA REAL E MARIA ISABEL DE LIZANDRA MORREM EM SP

COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: As atrizes veteranas Maria Isabel de Lizandra - que deixou a televisão em 1998 - e Márcia Real, morreram em dias diferentes, mas na mesma cidade de São Paulo, tendo sido duas grandes estrelas televisivas presentes em várias novelas marcantes.

Atriz Maria Isabel de Lizandra morre em São Paulo aos 72 anos

Do Portal G1

A atriz Maria Isabel de Lizandra morreu na noite de desta quinta-feira (14), no Hospital das Clínicas de São Paulo, segundo informou a família. Ela é umas das primeiras atrizes da TV brasileira, conhecida por vários trabalhos na televisão, como o fenômeno Vale Tudo, um dos maiores sucessos da história da Globo.

Em Vale Tudo, Maria Isabel interpretou Marisa, amiga da personagem Raquel, vivida por Regina Duarte.

A atriz tinha 72 anos e deu entrada no Hospital das Clínicas com quadro de pneumonia.


O corpo está sendo velado no Cemitério do Araçá e o enterro será às 17h no Cemitério da Consolação.

Maria Isabel Reclusa Antunes Maciel, que adotou o nome artísti…

RÁDIO CIDADE ENCERROU HISTÓRIA ANTES DOS 40 ANOS. MELHOR ASSIM

Por Alexandre Figueiredo

Seria patético uma rádio comemorar 40 anos de existência com uma trajetória totalmente diversa da original. Se o contexto permitisse, tudo bem, mas soaria ridículo que a Rádio Cidade tivesse que comemorar 40 anos como se fossem os 35 anos da Fluminense FM, algo bastante surreal que, certamente, daria um filme de Luís Buñuel.

A Rádio Cidade, que anunciou sua saída do dial para o próximo dia 31 de julho de 2016, na verdade morreu faz muito tempo. Morreu quando o Sistema Jornal do Brasil sentiu ressentimento de não ter largado na frente de uma rádio autenticamente rock, a Fluminense FM, do Grupo Fluminense de Comunicação.

A Fluminense FM, a "Maldita", bem antes da Internet e do YouTube, tinha uma locução sóbria, que não falava em cima das músicas, e seu repertório, mesmo na programação normal, fugia da mesmice do hit-parade, tocando bandas e artistas até hoje pouco conhecidos.

De Gentle Giant a Teardrop Explodes, nenhuma emissora de rádio roqueira teve…

PRIMEIRA TRANSMISSÃO DE TV A CORES NO BRASIL FAZ 40 ANOS

Por Alexandre Figueiredo

Hoje faz 40 anos em que se realizou a primeira transmissão televisiva a cores, a partir da TV Difusora de Porto Alegre (hoje TV Bandeirantes local) e a TV Rio (Guanabara, atual TV Record Rio). A TV Globo, do Rio de Janeiro, também participou da façanha.

O evento escolhido foi o desfile tradicional da Festa da Uva, na cidade gaúcha de Caxias do Sul. A foto em questão, aliás, mostra um ônibus "bicudinho" da Mercedes-Benz, provavelmente O-326, que a TV Rio enviou para o Sul do país.

Era tempos do "milagre brasileiro" da ditadura militar e prefeitos com algum senso de oportunismo instalaram aparelhos de TV pelas ruas da cidade para que a população visse a novidade. Aliás, foi assim que Assis Chateaubriand fez para atrair a multidão para a então recém-inaugurada televisão, em vários pontos-chave da cidade de São Paulo, em 18 de setembro de 1950. Em ambos os casos, eventuais falhas técnicas ocorreram.



Mas quem imaginasse que a televisão a cores era u…

DUCAL, LOJAS DE ROUPAS

NO PRÉDIO EM FORMA DE MEIA-LUA NA AV. BRASIL, NO RIO DE JANEIRO, CHEGOU A FUNCIONAR AS LOJAS DUCAL. O PRÉDIO FOI DEMOLIDO PARA DAR LUGAR A UM TRECHO DA LINHA VERMELHA (VIA EXPRESSA PRES. JOÃO GOULART), EM 1992.

Do portal Wikipedia

A Ducal Roupas foi uma rede de lojas de roupas masculinas brasileira de muito sucesso nas décadas de 1950 e 1960. Seu nome, além de remeter ao nobre título de duque, também era a junção das sílabas das palavras "duas calças", pois quem comprava um paletó e uma calça ganhava outra mais barata e ficava, assim, com duas calças. A promoção deu fama à empresa junto com o seu sistema de crédito.

A Ducal Roupas era referência no mercado de moda masculina na metade do século passado. Seus ternos vestiram vários brasileiros anônimos e famosos em sua época. A Ducal tinha lojas em três estados do país como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

Mas a Ducal não era apenas uma grande marca e sim um grande grupo empresarial da época e que possuía além das lojas, …

TV EXCELSIOR

TV Excelsior - A Criadora do Padrão Globo de Qualidade

Edson Rodrigues - Retro TV

Dez anos de criatividade que resultaram no desenvolvimento da televisão brasileira. Assim podemos definir a trajetória da TV Excelsior, Canal 9 de São Paulo. Mas, como tudo começou? E como tudo acabou?

O Início

Estamos em 1959 e a Organização Victor Costa - que já possuía a TV Paulista Canal 5 - ganha um novo canal de televisão. Naquela época era comum um mesmo dono ter mais de uma emissora. Antes mesmo de inaugurá-la, Mário Wallace Simonsen manifesta interesse em comprar os direitos sobre o novo canal. A família Simonsen era poderosa, possuía mais de 40 empresas (uma delas a aérea Panair) e estavam ansiosos por colocar no ar a TV Excelsior (nome este que veio da emissora de rádio, hoje a conhecida CBN). Os valores da venda são desencontrados, mas é sabido que a cifra foi a mais alta até então registrada.

A emissora instalou-se nos dois últimos andares de um prédio localizado na esquina da Avenida Paulista co…

Ditadura permitiu pornografia para amansar o povo pobre

1964: Várias marchas envolvendo grupos religiosos, entidades diversas (como a CAMDE - Campanha da Mulher pela Democracia - , o "instituto" IPES e a Escola Superior de Guerra) e o empresariado, reivindicavam moralidade ao pedirem a derrubada do governo João Goulart. Foram as chamadas Marchas da Família Com Deus pela Liberdade, cujo clímax aconteceu no Vale do Anhangabaú, São Paulo, em 19 de março daquele ano. Uma outra marcha aconteceu no Rio de Janeiro, em 02 de abril, para comemorar o golpe militar.

Dez anos depois, com a crise do petróleo no Oriente Médio atingindo o mundo, o Brasil sofreu um colapso econômico que comprometeu seriamente o "milagre brasileiro" do governo do general Médici e levaria a ditadura militar à falência, anos depois. a crise do petróleo aconteceu em 1973 e fatos sócio-políticos diversos já começavam a abalar o regime militar, apesar da atividade intensa dos órgãos de repressão que matavam a sangue frio diversos acusados de subversão, sobret…

BIBI FERREIRA, DIVA DOS MUSICAIS BRASILEIROS, MORRE AOS 96 ANOS

COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Bibi Ferreira foi aonde pôde ir como atriz, diretora e intérprete de grande talento e experiência, como representante de um teatro vibrante como poucos. Filha do ator e mestre do teatro Procópio Ferreira, Bibi herdou a responsabilidade de promover espetáculos de grande qualidade e profundo profissionalismo. Sua carreira foi produtiva e durou décadas, atuando desde bebê ao lado de familiares.

Ela também foi cantora e compositora e apresentou programas de TV como a série "Brasil", programa de auditório transmitido pela TV Excelsior entre 1960 e 1963. Ela havia se aposentado em 2018, quando já não tinha mais energia física para continuar nos palcos.

Bibi Ferreira, diva dos musicais brasileiros, morre aos 96 anos

Do Portal G1

A atriz e cantora Bibi Ferreira, diva dos musicais brasileiros, morreu nesta quarta-feira (13), aos 96 anos, no Rio. Também apresentadora, diretora e compositora, ela foi um dos maiores fenômenos artísticos do país.

Segundo Tina Ferrei…

HÁ 50 ANOS, PERDEMOS SYLVIA TELLES, UMA DAS MAIORES CANTORAS DO BRASIL

Por Alexandre Figueiredo

Até hoje, a perda da cantora Sylvia Telles, um dos maiores nomes da Bossa Nova e da moderna MPB, deixou uma lacuna irreparável. Diante de uma situação em que a MPB sofre uma crise, perdida em excesso de tributos e clichês pós-tropicalistas ou revivalistas, não há uma cantora que pudesse se equiparar à voz intensa, meiga, forte, dramática e sensualmente doce de Sylvinha Telles.

Ela teve uma breve carreira de 12 anos. Breve, mas de altíssima qualidade. Raramente compôs músicas, mas como intérprete dava sua marca forte em interpretações que se encaixavam em arranjos bossanovistas, jazzísticos e diante de uma orquestra. E tinha uma modernidade juvenil que dava um frescor musical intenso, de um grande talento prematuramente falecido.

Sua primeira música gravada foi "Amendoim Torradinho", composição de Henrique Beltrão, que fazia parte de um número musical da peça de teatro de revista Gente Fina e Champanhota, em 1955. Um dos músicos acompanhantes, José C…

GUITARRA INSTRUMENTAL PERDE DICK DALE, AOS 81 ANOS

Por Alexandre Figueiredo

O roqueiro médio, ao ouvir "Misirlou", da banda Dick Dale & His Del-Tones, da trilha sonora do filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, imagina que a canção é do tempo do filme ou, ao menos, um pouquinho mais antiga. Não imagina que a canção é do distante ano de 1962, quase do tempo dos seus avós.

A canção é um dos poucos sucessos do chamado gênero Instrumental Guitar ou Guitar Instrumental, traduzido como Guitarra Instrumental, tendência do rock que tornou-se moda entre 1958 e 1963 no mundo inteiro, famosa por servir de trilhas sonoras de competições de surfe, daí muitas vezes o estilo ser conhecido como surf music. Era conhecido como o rock alternativo e o rock de garagem da época.

Um de seus ícones principais ícones, o músico estadunidense Dick Dale, faleceu ontem aos 81 anos de idade. Ele faria 82 anos no próximo dia 04 de maio. Ele nasceu em 1937 em Boston, Massachusetts e, por incrível que pareça, o primeiro instrumento que ele aprendeu n…